Uma biblioteca de Pompeia ficou coberta em material vulcânico depois das erupções do ano de 1979. Investigadores descobriram alguns pergaminhos que só agora poderão ser lidos.
Os investigadores encontraram vários pergaminhos naquela região há mais de 200 anos. No entanto, só agora vai ser possível aplicar uma nova técnica de raios-x que permita ler o conteúdo, sem destruir os documentos.
No século XVIII, uma equipa de arqueólogos estava a trabalhar na área de Pompeia e encontrou uma biblioteca inteira de pergaminhos envoltos em lava e materiais vulcânicos. Na altura, percebeu-se que, se se destruísse o material envolvente, o risco de destruir o documento seria elevado.
Agora, depois de várias tentativas, será finalmente possível aplicar uma nova técnica de raios-x, de elevado contraste, aos pergaminhos para se conseguir ler o que lá está escrito. Os trabalhos ainda estão numa fase inicial, mas os investigadores já conseguiram detetar palavras como «irá cair» ou «negar».
Segue agora o vídeo que mostra a viagem ao interior de um pergaminho.
Investigadores estão a recorrer a tutoriais de culinária no YouTube para ensinar os robôs a pegar nos utensílios de cozinha e a preparar refeições.
Uma equipa de investigadores do Instituto de Estudos de Computação Avançada da Universidade de Maryland estava a ter dificuldades em ensinar aos robôs o significado de expressões como “pega numa chávena” e em conseguir que eles manuseassem os utensílios de forma correta. A solução? Colocar as máquinas a assistir a tutoriais de culinária no YouTube.
Segundo a CNet, a observação de humanos na Internet permitiu aos robôs aprender um conjunto de diferentes movimentos que lhes possibilita controlar corretamente os utensílios de cozinha. Para tal, as máquinas recorreram a sistemas de reconhecimento e a inteligência artificial para processar a informação, sendo que a análise de linguagem tornou-as capazes de compreender comandos de voz e transformá-los em ações.
1- Utilização de robôs na culinária
Resultado final: os robôs recolheram passos individuais de vários vídeos e atribuíram-lhes regras de acordo com a programação, conseguindo colocar tudo pela ordem correta. De acordo com os investigadores, o objetivo desta experiência é dotar os robôs das ferramentas necessárias para atingir, por si só, um determinado objetivo. Ou seja, em vez de copiar os humanos passo-a-passo, estas máquinas recorrem aos bancos de dados de ações que têm à sua disposição e conjugam-nas da melhor forma para atingir o objetivo que lhes foi proposto.
O intuito destes testes é desenvolver autómatos flexíveis que, no futuro, possam ser enviados para fazer trabalhos de risco, como, por exemplo, desarmar bombas ou limpar locais vítimas de desastres nucleares.